Dividimos cotidiano, poesia e sonhos com um amigo de vida inteira, uma mãe, um pai, uma irmã, um filho, uma filha que cresceu e foi, alguém que partiu. É a cumplicidade diária que falta. É aquele "olha o que eu vi hoje" que não tem mais para quem mandar, o "lembrei de você" que fica guardado só em você, a piada interna que perde a graça. É o sonho desfeito daquela viagem, daqueles planos, do que um dia iria se realizar.
É sobre perder uma testemunha da sua vida, perder uma vida inteira a acompanhar. São muitos lutos dentro do luto.
E quando a pessoa decide acabar com a própria vida, fica o questionamento: será que poderíamos ter feito algo para impedir? Será que algo passou despercebido? Até que nos conformamos com a nossa humana impotência e entregamos ao Divino o que não está ao nosso alcance. Que esteja em nossas orações.
E quando a pessoa decide acabar com a própria vida, fica o questionamento: será que poderíamos ter feito algo para impedir? Será que algo passou despercebido? Até que nos conformamos com a nossa humana impotência e entregamos ao Divino o que não está ao nosso alcance. Que esteja em nossas orações.

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