Reler esse trecho me fez refletir sobre a tristeza.
No luto, ficamos tristes por não termos a alegria que compartilhamos com os nossos amados. E a intensidade do luto e da tristeza é condizente com o amor e a alegria vivida.
Ah, o amor. Traz-nos alegrias incomparáveis e a tristeza de não tê-lo. Uma saudade indizível que nem sabemos como descrever. Mistura de sentimentos. Até mesmo do que não vivemos. Dos planos que tínhamos juntos e não se concretizaram, com a ruptura abrupta. Mais repentina do que a de um filho saudável que parte tão rapidamente, sem aviso prévio?
A tristeza não é para amadores; é para os fortes. Como cita a Dra. Ana Claudia Quintana Arantes em seu livro _Pra vida toda valer a pena viver_.
Mergulhar na tristeza — e sair dela — permite nosso entendimento do porquê ela estar aqui, quais nossos sentimentos e emoções.
Deixar ela vir ajuda a compreender muitos fatos. Inclusive como foi incrível tudo que vivemos ao lado da pessoa que partiu. E deixar que a alegria volte. Se não da mesma maneira e intensidade, mas que retorne

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